Com que idade deve-se tomar a vacina contra o tétano?

Embora as pessoas sempre façam a relação dessa vacina com as complicações causadas por um prego enferrujado, não há somente essa forma de contrair a doença, por isso a vacinação é a melhor forma de prevenção.

Esta infecção, quando não tratada, pode levar um paciente a óbito. Mas os casos têm diminuído cada vez mais no Brasil. Segundo o Sistema de Informação de Agravos e Notificação, o Sinan, entre 1998 e 2013, as mortes decorrentes dessa infecção passaram de 261 para 87.

A recomendação dos órgãos de saúde é a de que a aplicação deve ser iniciada com 2 meses sendo feitas em três doses seguidas de dois reforços. Após concluir este esquema aí sim fazer o reforço a cada dez anos. Caso a pessoa não se recorde de ter tomado a vacina fazer o esquema de 3 doses com intervalos de 2 meses.

Sendo assim, somente após concluir o esquema o paciente estará completamente protegido contra essa infecção. É importante lembrar que na infância a prevenção contra o tétano é feito junto com outras doenças numa só aplicação.

É fundamental que todos sejam vacinados, pois, mesmo que as chances sejam menores, há o risco de se contrair esta infecção em ferimentos simples, superficiais. O risco é maior para pessoas não vacinadas e que tenham feridas não higienizadas, em contato com corpos estranhos contaminados com a bactéria Clostridium tetani, como metais, madeira, terra, pó de café, entre outros. Mas, também pode acontecer a infecção em pessoas com lesões não aparentes.

Outros cuidados

A vacina contra o tétano é fundamental para manter-se longe da infecção, porém, outros cuidados também devem ser realizados para garantir segurança às pessoas feridas.

Ao sofrer um ferimento é preciso realizar a higienização da área afetada com água e sabão e retirar todos os vestígios de corpos estranhos que forem identificados na lesão. 
Pessoas não vacinadas precisarão ser medicadas, havendo a possibilidade de complemento com imunização passiva. Em alguns casos, será preciso completar o esquema de doses previsto no calendário de vacinação.

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