Quais as vias de administração e locais mais frequentes?

  • Oral: poliomielite, rotavírus, e também para as novas vacinas de cólera e febre tifoide.
  • Intradérmica: a concentração de células que reconhecem o antígeno na derme é superior às outras regiões do organismo, daí a resposta mais rápida e intensa quando comparada à SC e à IM. Emprego clássico da BCG; Pode ser utilizada como alternativa para a antirrábica, hepatite B e influenza. A técnica deve ser precisa, sem antissepsia com álcool, distendendo-se a pele no local da aplicação, e verificando a formação de uma pápula esbranquiçada durante a injeção.
  • Subcutânea (SC): geralmente indicada para vacinas de vírus atenuados (SCR, varicela, febre amarela). É feita no tecido celular subcutâneo (TCSC), fazendo uma prega com dois dedos evitando o levantamento da fascia muscular. Não se recomenda a aspiração, tampouco a massagem após a aplicação.
  • Intramuscular (IM): geralmente indicada para vacinas de vírus inativados (DTPa, hepatite B, antirrábica, influenza) ; Em crianças menores de 5 anos dar preferência para face lateral da coxa. O posicionamento adequado do músculo de forma que fique mais relaxado mostrou ser capaz de diminuir a dor e o desconforto da injeção.
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